“(...) It’s a challenge, a provocation that the artist makes to the spectator. This gesture joins the performance’s sound design, making the atmosphere created increasingly complex. In this universe, sounds, images and gestures coexist, allowing these same sounds and images to be born not only of themselves, but also of gesture and movement. “
Rodrigo Fonseca for Umbigo Magazine





“(...) With their respective trajectories and with distinct connections to music, plastic arts and performance art, the three share an impulse to push, blend and break aesthetic boundaries, turning the process itself into the outcome of creation. (...) “
Manuel Bogalheiro for Wrong Wrong magazine





“O minimal repetitivo que compõe a atmosfera do disco de estreia chega a ser inquietante, talvez pela profundidade dos temas — entramos na pele da artista a cada nova faixa. A entrega tão pessoal a este projecto parece muito pensada ou preparada, mas Inês Cardoso confessa que o momento, o impulso e a intuição definem a sua criação. Um reflexo coeso e continuado sobre a condição humana: da ansiedade à saudade, da castração à angústia. Os instrumentais acompanham a temática e, embora etéreos, estão imbuídos de experimentação e de um olhar inocente (mas pensado) sobre o som. (...) “
Vasco Completo for Rimas e Batidas





“O texto de apresentação fala, por exemplo, em Grouper e Laurie Anderson como pontos de referência para introduzir o estilo particular de Carincur (Inês Cardoso). O respeito pelo som é desde logo evidente no tíutulo da primeira faixa ("I Love Sounds, Just As They Are"), lembrança de que há múltiplas camadas por cima e em redor daquilo a que chamamos música. O próprio título do álbum sugere um encantamento irreversível, não exactamente um afastamento do plano humano mas uma separação de prioridades na escolha do afecto maior. "Congratulations You Are A Human" estende a ironia, ou a frase será honesta? Música singularmente introspectiva, carregada de ambiente (tecto baixo), embrenhada na pesquisa sonora através da electrónica como meio de expressão do humano. Profundo, sem receio de o admitir.”
flur discos